20 de outubro de 2015

DESMATAMENTO ZERO















DE QUAL  LADO VOCÊ VAI FICAR?


O BRASIL JÁ PERDEU UMA ÁREA
DE FLORESTA DO TAMANHO DE
3 ESTADOS DA BAHIA OU 7 ESTADOS
DE SÃO PAULO OU 43 ESTADOS
DO RIO DE JANEIRO.

SÓ ENTRE 2013 E 2014
O EQUIVALENTE A 727.591
CAMPOS DE FUTEBOL DE
FLORESTAS SUMIRAM DO MAPA.

RESTAM APENAS 8,5%
DE REMANESCENTES
FLORESTAIS DA
MATA ATLÂNTICA.

O DESMATAMENTE AFETA
O CLIMA, NASCENTES E O
FORNECIMENTO DE ÁGUA
NAS GRANDES CIDADES.

MAIS DE 24 MILHÕES DE PESSOAS
VIVEM NA AMAZÔNIA, INCLUINDO
COMUNIDADES TRADICIONAIS
E POVOS INDÍGENAS.

DIARIAMENTE A AMAZÔNIA
TRANSFERE 20 BILHÕES DE
TONELADAS DE ÁGUA PARA
A ATMOSFERA.

A AMAZÔNIA CONCENTRA
APROXIMADAMENTE 10%
DAS PLANTAS DO PLANETA.

AS FLORESTAS GARANTEM A PRESERVAÇÃO  DA SOCIOBIODIVERSIDADE,
REGULAM O CLIMA E SÃO FUNDAMENTAIS NO CICLO DA ÁGUA.

PORQUE PARTICIPAR?

Estes podem parecer itens comuns, mas não se engane. São na verdade um poderoso instrumento de mudança. Ferramentas de mobilização, que você pode usar para luta pelo fim do desmatamento. Pois, juntos, podemos levar a mensagem mais longe e outras pessoas para mais perto do lado verde da força! É a nossa forma de dizer ao mundo que queremos as florestas vivas, com água, clima ameno e uma chance de futuro para todos. Então vista-se com as cores de nossas florestas e mobilize-se pelo #DesmatamentoZero!

linha-fina

6 de setembro de 2015

Pequenas e inocentes vítimas da guerra


Crianças na guerra



Mortes, tráfico, trabalho escravo, recrutamento por grupos armados, campos minados, doenças, mutilações e violência sexual. Perdas de familiares, de amigos, do aconchego e segurança do lar. Refugiados. Numa idade de brincar e de ir pra escola, as crianças que vivem em zonas de conflitos armados veem sua infância interrompida para conviver com situações inomináveis. 
Consideradas as maiores vítimas das guerras, seus corpos pequenos e frágeis, quando sobrevivem a tais horrores, levam dentro de si marcas indeléveis, que se prologam pela vida adulta. “Quase todas as crianças e adolescentes que vivenciaram ou presenciaram eventos de extrema violência irão sofrer sintomas de sofrimento psíquico”, aponta Krista Armstrong, gerente de mídia internacional da organização Save the Children. Guerras não são para crianças. Ainda assim, a Unicef estima que mais de um bilhão de meninos e meninas com menos de 18 anos vivem atualmente em territórios ou países afetados por conflitos armados no mundo. "Os adolescentes são particularmente afetados, num momento em que eles passam por muitas mudanças físicas e emocionais", afirma Armstrong. 
Ela aponta ainda que a violência sexual fazem das meninas as maiores vítimas desses conflitos, que sofrem com danos psicológicos por toda a vida, além de gravidez indesejada, abortos forçados e risco de contaminação por doenças sexualmente transmissíveis.

A perda e separação prolongada de seus familiares pode ser um dos eventos mais traumáticos da guerra, causando traumas psicossociais, além da perda da identidade para crianças muito pequenas. “Esses conflitos geram enormes incertezas para elas e para suas famílias, e, pelas suas repercussões psicológicas, físicas, sociais e econômicas, diretas e indiretas, pode aumentar consideravelmente a vulnerabilidade das crianças a riscos e abusos”, ressalta Armstrong.

O lado mais fraco

Para buscar lugares mais seguros, muitas pessoas fogem de suas casas. É nessa ocasião que muitas crianças são separadas de suas famílias. Muitas acabam em campos de refugiados em seus países ou mesmo no exterior – às vezes, por longos períodos de tempo. As crianças podem ser enviadas para viver em orfanatos ou com parentes distantes, como forma de distanciá-las do perigo físico.

Segundo estudo do Instituto de Economia e Paz (IEP, na sigla em inglês), publicado em junho de 2014 e onde foram pesquisados 162 países, apenas 11 não estão envolvidos em conflitos. Os países com mais baixo índice de paz são o Sudão Sul, o Afeganistão e, por último, o mais crítico no momento, a Síria. O indicador, entretanto, não inclui a violência contra mulheres e crianças, em boa parte das vezes, as grandes vítimas das guerras. Conforme aponta a representante da Save the Children: “As crianças são ameaçadas e depois são mortas porque ‘elas são o futuro’, ou porque esta é uma forma de subjugar suas famílias ou comunidades”, conta Armstrong.

O fato de boa parte dos conflitos em andamento atualmente serem guerras civis agrava esta situação. “Nesses conflitos, os civis contabilizam 90% das vítimas. Embora seja difícil confirmar números, em muitas guerras as crianças representam a maioria das vítimas", aponta.

A Guerra da Síria, que se prolonga desde março de 2011, levou mais de 1,2 milhão de crianças aos campos de refugiados em países vizinhos. Mais de 10 mil morreram, de acordo com dados publicados pela Save the Children, em setembro deste ano. A organização aponta o colapso do sistema de saúde nacional como um dos maiores fatores de risco à vida das crianças sírias: 60% dos hospitais e 38% das unidades básicas de saúde foram danificadas ou destruídas, a produção de drogas caiu 70%. De acordo com o levantamento, mais da metade dos médicos deixaram o país. Um exemplo é a cidade de Aleppo. Antes da guerra, a cidade contava com cerca de dois mil médicos e, hoje, apenas 36 permanecem. “Não são apenas as balas e as bombas que estão matando e mutilando crianças. Eles também estão morrendo por falta de cuidados médicos básicos. O sistema de saúde da Síria foi devastado. Como resultado, um número crescente de crianças está sofrendo e morrendo de doenças que poderiam ter sido facilmente tratadas”, descreve o relatório.

Fora da escola

Juntamente com o desenvolvimento físico e emocional, as guerras e conflitos armados provocam impactos profundos no processo educacional. Mais de 50 milhões de crianças e adolescentes em idade escolar (entre seis e 15 anos) que vivem nessas regiões estão fora da escola. Mais da metade, cerca de 29 milhões são crianças entre seis e 11 anos, que deveriam estar no ensino fundamental, segundo relatório da Unesco, publicado em julho de 2013. O documento indica ainda que, entre essas crianças, 12 milhões vivem na África Subsaariana, mais de cinco milhões vivem no sul e oeste da Ásia e quatro milhões nos Estados Árabes. “Elas são proibidas de ir à escola, são fisicamente atacadas por tentarem ir, os prédios onde fucnionam suas escolas são bombardeados, além de muitas serem recrutadas pelos grupos armados”, relata Armstrong.

Malala Yousafzai, a estudante paquistanesa que ganhou o Nobel da Paz esse ano, tornou-se símbolo da luta pela educação de crianças em zonas de conflitos. No início de 2009, quando tinha 11 anos, ela começou a escrever um blog para a rede de televisão britânica BBC, detalhando anonimamente sua vida sob ocupação Talibã, no Paquistão, e especialmente sobre a promoção da educação para meninas na sua província. A história da menina ganhou a atenção da mídia internacional, mas também do governo Talibã. Como consequência, em outubro de 2012, um atirador entrou em seu ônibus a caminho da escola e disparou-lhe três tiros. Um deles atravessou sua cabeça. “O dia em que Malala ganhou o Prêmio Nobel da Paz foi histórico. Tantas crianças hoje vivem em meio à guerra, sofrendo ataques em suas escolas. Ao receber o Prêmio, Malala deu voz a milhares de crianças que pedem por uma boa educação”, argumenta Krista Armstrong.

Pequenos soldados

No momento em que você está lendo este texto, cerca de 300 mil crianças estão sendo cooptadas para serem usadas como soldados ao redor do mundo. O recrutamento pode se dar à força ou voluntariamente, quando elas sentem que se juntar a grupos armados é a melhor opção disponível. Para essas crianças, a morte é parte do cotidiano. Situações de extremo risco de vida, assassinatos, violência sexual e abandono são alguns dos horrores que elas testemunham e vivenciam. “Ferir ou matar outras pessoas e estupros são as formas de violência mais comumente reportadas por esses soldados infantis. E isso tem uma influência particularmente tóxica no ajustamento psicossocial em longo prazo, por conta da intensidade e profundidade íntima”, descreve a psicóloga desenvolvimental Emmy Werner, professora emérita na Universidade da Califórnia, especialista em impactos das guerras sobre as crianças.

Werner cita como exemplo estudos desenvolvidos com ex-crianças-soldado que lutaram na guerra civil de El Salvador, entre 1979 e 1992. Dez anos após o fim do conflito, uma em cada três pessoas observadas relataram problemas persistentes de sono, depressão e irritação. Em outra pesquisa, 50% dos adultos entrevistados, que haviam sido recrutados ainda meninos como soldados da guerra civil de Moçambique (1977-1992), reportaram reações físicas e emocionais relacionadas a estresse traumático, mesmo 16 anos após o fim dos conflitos.

Apesar dos traumas, a psicóloga aponta também consequências positivas. “Esses ex- soldados-crianças compartilham uma afirmação e valorização da vida. Eles passaram a dar mais significado para o mundo e se sentiram comprometidos em aliviar o sofrimento dos outros. O processamento de suas experiências traumáticas de guerra, embora doloroso, contribuiu para o crescimento pessoal e forte senso de coerência na vida adulta”, observa. Werner destaca o exemplo do papa Bento XVI, recrutado como soldado nazista ainda adolescente, durante a Segunda Guerra Mundial.

Risco e proteção

Werner analisa os impactos das guerras nas crianças a partir de duas perspectivas: os fatores de risco e os fatores de proteção. “Os conflitos atuais têm afetado mais crianças que durante a Segunda Guerra. Mas tanto os impactos sociais e psicológicos quanto o suporte dado às crianças vivendo em zonas de guerra são ainda bastante similares”, comenta a psicóloga. Seus estudos partem de sua experiência pessoal, que dos dez aos 15 anos de idade viveu na Alemanha durante a Segunda Guerra Mundial.

Os sintomas observados com mais frequência entre as crianças que vivenciam ou testemunharam períodos de guerra são o estresse pós-traumático (TEPT), depressão e ansiedade. Werner descreve que o TEPT caracteriza-se por três grupos de sintomas recorrentes: os de reexperiência (pesadelos,flashbacks); os de evitamento (distanciamento, bloqueio das memórias eventos) e hiperexcitação (insônia, dificuldade de concentração, irritabilidade etc.). “As evidências indicam que as crianças menores exibem sintomas mais agudos de angústia devido à separação de seus responsáveis; os mais velhos parecem sofrer maiores traumas por conta da maior exposição à violência e maior consciência a respeito das consequências dos conflitos armados”, conta a pesquisadora.

Entre os fatores de proteção que Werner ressalta estão a manutenção dos vínculos entre o cuidador principal e a criança; a saúde mental da mãe; a disponibilidade de cuidadores adicionais, como avós e irmãos mais velhos; o apoio social dos membros da comunidade que estão expostos às mesmas dificuldades, especialmente professores e colegas; compartilhamento de valores similares; uma crença religiosa que ajude a dar sentido ao sofrimento; o sentimento de responsabilidade pelo bem-estar e proteção dos outros; um locus de controle interno e o uso de humor e altruísmo como mecanismos de defesa.

O fundamental é que aqueles que sobreviveram a um trauma, separação ou violência, recebam o apoio de que necessitam, tanto quanto possível. “O tempo não cura trauma em si, mas as crianças são resilientes”, indica a psicóloga. Uma criança ajudada por um adulto – falando, escrevendo sobre eventos traumáticos – pode começar este processo. Contudo, Werner realça que o mais importante é ouvir o que esses meninos e meninas têm a dizer. “Elas podem contar, melhor que qualquer profissional, o que a guerra provoca no espírito humano. Elas a testemunharam de perto e sem defesa. E aprenderam, como eu aprendi, que guerra não é para crianças”, conclui. 



Doenças da guerra

Vários estudos têm explorado os efeitos, em longo prazo, de traumas de guerra sobre a saúde física e mental de homens e mulheres alemães que eram crianças na II Guerra Mundial. Em 2007, uma pesquisa longitudinal explorou a relação entre o estado de saúde de idosos com 60 a 65 anos que viveram no país durante a guerra. Os resultados apontaram que aqueles que tinham testemunhado eventos como bombardeios e combates eram 2,3 vezes mais propensos a sofrer doenças graves que pessoas que não testemunharam tal violência. Já os que tinham participado ativamente na luta, recrutados como soldados, foram 4,9 vezes mais propensos a ter uma saúde debilitada. A separação forçada dos pais durante o período refletiu em uma probabilidade 3,6 vezes maior de desenvolvimento de problemas de saúde entre os idosos. Outro estudo, de 2011, que entrevistou mais de 1,4 mil alemães, com idade entre 60 e 85 anos, observou um aumento significativo dos riscos de diversas condições médicas influenciadas pelos traumas de infância de quem viveu uma guerra. 

2015  -  A MORTE QUE COMOVEU O MUNDO NESTE ÚLTIMO INSTANTE - Sobreviveu às bombas e à guerra, mas não conseguiu vencer o mar e as barreiras geográficas e legais que separam o Oriente Médio em chamas da Europa. Aylan Kurdi é o nome do garoto sírio cuja fotografia se transformou no símbolo do drama dos refugiados —com sua camisetinha vermelha e sua bermuda azul, estendido sem vida na turística praia turca de Ali Hoca Burnu, as mesmas ondas que o mataram roçando seu rosto. Tinha somente três anos

.Fonte: 
http://pre.univesp.br/criancas-na-guerra#.VexC0tJViko 
http://www.pragmatismopolitico.com.br

12 de agosto de 2015

ALFABETIZAÇÃO ECOLÓGICA SERÁ A SALVAÇÃO

 “Sobrevivência da humanidade depende de nossa alfabetização ecológica”

O PhD em física e escritor austríaco Fritjof Capra, autor de best-sellers como O Tao da FísicaO Ponto de Mutação e As Conexões Ocultas, abriu nesta quinta-feira, 2 de julho, o Congresso Internacional de Sustentabilidade para Pequenos Negócios (Ciclos), realizado pelo Sebrae em Cuiabá, no Mato Grosso.
Ao ministrar a palestra magna de abertura do evento, intitulada O estado do mundo: impactos da escassez na economia global, Capra defendeu o que chama de “pensamento sistêmico”, baseado na interdependência dos sistemas vivos, os quais ele inclui as sociedades urbanas e os ecossistemas.
“Nas próximas décadas, a sobrevivência da humanidade dependerá de nossa alfabetização ecológica”, destacou o físico. Para Capra, ser ecologicamente alfabetizado (ecoliterate) significa entender os princípios básicos da ecologia que os ecossistemas desenvolveram para manter a ‘teia da vida’.
“No Centro para Alfabetização Ecológica em Berkeley, meus colegas de trabalho e eu desenvolvemos uma pedagogia especial para ensinar nas nossas escolas esses princípios da ecologia e as ferramentas que são necessárias para construir e alimentar comunidades sustentáveis”, ressaltou.
Mudança de paradigmas
Nem todo o crescimento é bom, pois pode, por exemplo, se valer de exploração excessiva de recursos naturais, combustíveis fósseis e desigualdade de renda” – Fritjof Capra
Para o austríaco, o grande desafio de nossa época é construir e nutrir comunidades sustentáveis. “Os maiores problemas de nossa era: mudanças climáticas, pobreza, energia, água, estão conectados, são interdependentes. Suas soluções também”, enfatizou.
A fim de reverter o quadro atual do planeta, o pensador acredita que deva haver uma mudança de paradigmas, baseada em um “todo integrado”, tal qual um conjunto de sistemas interconectados, ao invés de uma coleção de partes dissociadas.
Papa Francisco
Avesso ao termo “desenvolvimento sustentável”, que segundo ele remete a ideia de crescimento ilimitado da economia, com base no Produto Interno Bruto (PIB), Capra enalteceu o chamado “crescimento qualitativo”, que segundo ele aprimora a qualidade da vida.
O físico aproveitou para elogiar a Encíclica divulgada recentemente pelo Vaticano. “O Papa Francisco reconheceu isso, quando cita que é necessário ‘redefinir nossa visão de progresso’. Nem todo crescimento é bom, pois pode, por exemplo, se valer de exploração excessiva de recursos naturais, combustíveis fósseis e desigualdade de renda”, justificou.
Fritjof capra no primeiro dia do congresso ciclos
Fritjof Capra no primeiro dia do congresso Ciclos
Na concepção de Capra, o Papa Francisco reconheceu a interdependência da natureza em sua Encíclica, “mas nossos políticos não conseguem conectar os pontos”.
O físico, escritor e ativista ambiental ainda observou que um mundo mais sustentável passa por investimentos na agroecologia, arquitetura sustentável e energias renováveis.
O Congresso Ciclos segue até sexta-feira (3) na capital mato-grossense.
Alguns dos trechos mais importantes da palestra de Capra:
“O conceito de sustentabilidade foi apresentado na década de 80 e, desde aquela época, foi distorcido. Vale a pena refletir por um momento sobre o que a sustentabilidade significa. Não é o crescimento econômico, mas a teia a qual defende nossa vida. Tem que ser projetada considerando a natureza.”
“O pensamento sistêmico pode servir para integrar ONGs, por exemplo. Ele é inerentemente multidisciplinar. As redes são o padrão básico de organização de todos os sistemas.”
“O crescimento bom é baseado nas energias renováveis, favorece a comunidade local, recicla… O crescimento qualitativo envolve soluções sistêmicas.”
“Os alimentos orgânicos têm efeito positivo na saúde das pessoas. A agricultura orgânica significa contribuir na luta contra as mudanças climáticas, pois o solo é rico em substâncias vivas.”
“Uma comunidade sustentável tem de ser projetada de uma forma que não interfira na maneira natural de como a natureza sustenta a vida.”
” [A alfabetização ecológica] Tem que se tornar uma competência crítica para políticos, empresários, indústria, universidade, todos os níveis. É preciso compreender os princípios básicos da ecologia e aplica-los.”
Fonte: EcoD – Fotos: Rodrigo Lorenzon

15 de julho de 2015

BANDA FALA MANSA recebe prêmio por seu engajamento socioambiental




Você sabia que a banda de forró Falamansa tem atitudes socioambientais? Além de uma boa música e de colocar as pessoas para se mexerem, a banda também utiliza materiais   recicláveis  no cenário e tem músicas que falam sobre questões ambientais. Por isso, acabam de receber um prêmio inédito na área musical. Confira abaixo:

foto: Revista Stile

Mesmo com a agenda apertada por conta das quadrilhas de São João em todo o País, a banda de forró Falamansa abriu a agenda para receber um título inédito e fora da área musical: o Prêmio Benchmarking Pessoas por seu engajamento socioambiental. Segundo Tato, vocalista, a conquista motiva ainda mais a banda a propagar a mensagem de sustentabilidade e respeito ao meio ambiente, prática que já adotam tanto individualmente como em grupo. “A música tem o poder de alcançar muita gente e é esse nosso objetivo para ajudar a educar e conscientizar a sociedade. E essa temática é muito maior do que fazer o bem a uma única pessoa, que é o lema da banda. É fazer o bem para nosso planeta, para todos”, comenta o vocalista.

Unir a musicalidade à conscientização ambiental sempre foi um ideal da Banda que é adepta de atitudes sustentáveis como utilizar materiais reaproveitáveis nos cenários de shows e, sempre que possível, participar de campanhas de conscientização. Em 2007 lançaram o DVD “Por um mundo melhor” com duas músicas temáticas falando sobre as questões ambientais: “Segue a vida”, gravado no Rio Tiete, e “Lixo no Lixo”.

Sobre o Prêmio

Lançado em 2012, o Benchmarking Pessoas reconhece o ativismo de resultados e trajetórias que deixam um legado para as gerações futuras. Benchmarking Pessoas presta uma homenagem aqueles que nos inspiram com seus atos e exemplos de vida. Esse ano, ele homenageia personalidades cujas profissões permitem falar de forma especial com as pessoas. E é claro, que esta característica é muito bem-vinda quando falamos de conscientização e sustentabilidade.

Sobre o Programa Benchmarking Brasil

O Benchmarking Pessoas faz parte do Programa Benchmarking Brasil que, em 13 edições anuais já realizadas, se consolidou como um dos mais respeitados Selos de Sustentabilidade do país. Com uma metodologia estruturada, reconhecida pela ABNT, e participação de especialistas de vários países, o Ranking Benchmarking define e reconhece os detentores das melhores práticas de sustentabilidade do Brasil. O objetivo é divulgar Exemplos que educam e Práticas que transformam. Ao todo, o Programa já reconheceu 339 casos de boas práticas de sustentabilidade, 36 projetos de inovações verdes, além das obras artísticas e homenagens a pessoas que fazem a diferença nessa área. O programa, além do Ranking congrega outras ações de fomento a sustentabilidade como publicações, banco digital de livre acesso, encontros técnicos, feiras e congressos, entre outros. Além de incentivar a busca da melhoria contínua e a adoção das boas práticas nas organizações, o Programa Benchmarking Brasil contribuiu ao longo destes 12 anos de forma efetiva com a construção de massa crítica em sustentabilidade no país. Em 2013, Benchmarking Brasil foi o grande vencedor (1º colocado) na categoria Humanidades do Prêmio von Martius de Sustentabilidade da Câmara de Comércio Brasil Alemanha.

São Paulo, 14 de julho de 2015.
Assessoria de Imprensa Instituto Mais

Regina Jorge

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