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9 de março de 2013

ÉTICA + ECOLOGIA = SUSTENTABILIDADE




“As ciências do meio ambiente estão à procura 
de uma nova síntese do saber e de uma nova 
prescrição cujo princípio será mais ecológico do 
que econômico e mais ético do que científico”.


Pierre Dansereau

9 de janeiro de 2013

FALTA EDUCAÇÃO AMBIENTAL



Adriana Teixeira Simoni

Desfrutando um tempinho longe da tela do computador aproveito para ler alguns artigos em revistas antigas, que peguei dias atrás em uma lixeira nas proximidades onde moro. É bom lembrar que caso eu não as tivesse pegado e as trazido comigo, muito provavelmente estariam mais tarde voando pela rua, comprometendo de vez a sua reciclagem e seu retorno ao ciclo produtivo. Além é claro, da péssima aparência que deixaria na vizinhança. Sabe por que isso ocorre? Descomprometimento do meu vizinho com a sociedade, com o próximo e com o seu próprio LIXO.

Esse cidadão não se preocupa em saber que dias a cooperativa de lixo passa para pegar, não percebe que apesar de ter catadores autônomos que percorrem o bairro ainda assim o monte de revistas permanece lá por mais de um dia. Isso porque hoje pode não estar atrativo o preço do papel, portanto o catador não pega, pois apenas fará peso em sua carrocinha e não lhe renderá nenhum dinheiro, assim como outros itens. Já a Cooperativa de Reciclagem Coopervida com o Projeto reciclar, pega todo material com possibilidade de reciclagem, por isso a presença dessa instituição na cidade é algo que merece reconhecimento e investimento, são várias famílias que trabalham unidas.

O fato de colocar pra fora do portão não encerra nossa responsabilidade com o lixo. Depois das revistas estarem rasgadas e espalhadas pela rua, dificilmente surgirá algum cidadão para juntá-las. Mais difícil ainda será encontrar alguém que se importe com lixo que não é seu. 
Tal possibilidade só ocorrerá quando um bueiro entupir e a água danificar sua própria propriedade, neste caso ele reclama, bate o pé, chia , estrila, procura os “direitos”.

Voltando as minhas leituras, o que me levou a escrever hoje, foi o comentário no painel do leitor numa das revistas, onde um pai dizia que a sua filha de apenas quatro anos havia lhe perguntado por que os Garis varriam as ruas.  E este pai respondeu prontamente o porquê dos garis limparem as ruas; no que retrucou à pequena que quando crescer queria ser lixeira. 

Esse pai complementa dizendo que desde então sua filha tornou-se responsável pelo seu próprio lixo e ainda orienta os demais na casa nesta mesma prática.  Vejam, tão pequena a menina e  tamanha  consciência ecológica.
Isso nos leva a crer que a educação para com o ambiente deve ser iniciada quando bem criança para que em sua mente forme a imagem da conduta correta e da ética que deve implementar por uma vida inteira. O planeta clama por essa ordem, isso sim será o diferencial para sustentabilidade, a EDUCAÇÃO crítica e construtiva.

Hábitos costumam se grudar na gente e os maus hábitos, esses nos corrompem e nos prejudicam igualmente por uma vida inteira. Precisamos combatê-los. Sabe-se que desgrudar maus hábitos é a coisa mais difícil e extremamente mais difícil na idade adulta depois de se acostumar a eles.

Assim sendo seria muito mais conveniente e adequado construir bons hábitos o mais breve possível em nossas vidas.  Para isso basta programar uma educação sistemática no transcorrer do convívio familiar e ambiente escolar das crianças promovendo práticas de comportamento ecologicamente corretos e cobra-las dentro e fora da escola para tornar-se algo natural.

Não há mais tempo, o planeta acena por iniciativas urgentes. A sociedade cresce deslumbrada com o avanço da tecnologia e esquece todo o resto, se desprende de valores e se perde na violência contra si, seus semelhantes e o planeta. Conscientizar apenas com leituras não muda ninguém, precisa implementar a prática sistemática em prol do planeta.

21 de abril de 2012

FALTA EDUCAÇÃO AMBIENTAL





Adriana Teixeira Simoni

Desfrutando um tempinho longe da tela do computador aproveito para ler alguns artigos em revistas antigas, que peguei dias atrás de uma lixeira nas proximidades onde moro. É bom lembrar que caso eu não as tivesse pegado, muito provavelmente estariam mais tarde voando pela rua, comprometendo de vez a sua reciclagem e seu retorno ao ciclo produtivo. Além é claro, da péssima aparência que deixaria na vizinhança. Sabe por que isso ocorre? Descomprometimento do meu vizinho com a sociedade, com o próximo e com o seu próprio LIXO.

Esse cidadão não se preocupa em saber que dias a cooperativa de lixo passa para pegar, não percebe que apesar de ter catadores autônomos que percorrem o bairro ainda assim o monte de revistas permanece lá por mais de um dia. Isso porque hoje pode não estar atrativo o preço do papel, portanto o catador não pega, pois apenas fará peso em sua carrocinha e não lhe renderá nenhum dinheiro, assim como outros itens. Já a Cooperativa de Reciclagem Coopervida com o Projeto reciclar, pega todo material com possibilidade de reciclagem, por isso a presença dessa instituição na cidade é algo que merece reconhecimento e investimento, são várias famílias que trabalham unidas.

O fato de colocar pra fora do portão não encerra nossa responsabilidade com o lixo. Depois das revistas estarem rasgadas e espalhadas pela rua, dificilmente surgirá algum cidadão para juntá-las. Mais difícil ainda será encontrar alguém que se importe com lixo que não é seu. Tal possibilidade só ocorrerá quando um bueiro entupir e a água danificar sua própria propriedade, neste caso ele reclama, bate o pé, chia , estrila, procura os “direitos”.

Voltando as minhas leituras, o que me levou a escrever hoje, foi o comentário no painel do leitor numa das revistas, onde um pai dizia que a sua filha de apenas quatro anos havia lhe perguntado por que os Garis varriam as ruas.  E este pai respondeu prontamente o porquê dos garis limparem as ruas; no que retrucou à pequena que quando crescer queria ser lixeira. Esse pai complementa dizendo que desde então sua filha tornou-se responsável pelo seu próprio lixo e ainda orienta os demais na casa nesta mesma prática.  Vejam, tão pequena a menina e  tamanha  consciência ecológica.

Isso nos leva a crer que a educação para com o ambiente deve ser iniciada quando bem criança para que em sua mente forme a imagem da conduta correta e da ética que deve implementar por uma vida inteira. O planeta clama por essa ordem, isso sim será o diferencial para sustentabilidade, a EDUCAÇÃO crítica e construtiva.

Hábitos costumam se grudar na gente e os maus hábitos, esses nos corrompem e nos prejudicam igualmente por uma vida inteira. Precisamos combatê-los. Sabe-se que desgrudar maus hábitos é a coisa mais difícil e extremamente mais difícil na idade adulta depois de se acostumar a eles.

Assim sendo seria muito mais conveniente e adequado construir bons hábitos o mais breve possível em nossas vidas.  Para isso basta programar uma educação sistemática no transcorrer do convívio familiar e ambiente escolar das crianças promovendo práticas de comportamento ecologicamente corretos e cobra-las dentro e fora da escola para tornar-se algo natural.

Não há mais tempo, o planeta acena por iniciativas urgentes. A sociedade cresce deslumbrada com o avanço da tecnologia e esquece todo o resto, se desprende de valores e se perde na violência contra si, seus semelhantes e o planeta. Conscientizar apenas com leituras não muda ninguém, precisa implementar a prática sistemática em prol do planeta.

10 de dezembro de 2011

LAÇOS DE SUSTENTABILIDADE



Adriana Teixeira Simoni

Não basta dizer-se sustentável é necessário abraçar-se ao conceito com o objetivo de tocá-lo. Parece utópico tentar tocar um ideal, uma ação onde os dias atuais estão intrínsecos, mas é possível. Hoje  a sociedade lê, ouve, fala sobre esse assunto e muitas vezes nem percebe a importância e a  necessidade de verdadeiramente dar vida a essa ação, a essa ideia de constância com ar de eternidade.

Realmente creio que o momento, a década está extremamente permeada do uso dessa expressão tanto pelo apelo em si de “ecologicamente correto” , bem como pelo reconhecimento da necessidade de se pensar sustentavelmente todas as ações socioambientais do planeta , cujo sentido é promover a constância existencial de toda a diversidade planetária permitindo a existência da humanidade igualmente a todos, sem  tolher de alguns a oportunidade de conhecer ou viver algo desse planeta por pura irresponsabilidade de alguns atravessadores do lucro que menosprezam a todo instante  nossos recursos naturais a qualquer custo.

Nesse  momento se percebe o envolvimento de grande parte da sociedade,  do meio empresarial e governamental  com a temática da sustentabilidade num propósito de querer amenizar danos que foram provocados no passado e que agora mostram-se nos rios, florestas e atmosfera. A ação predatória por muitos anos com intuito de visar o  crescimento do País  fez com que essas ações irresponsáveis degradassem de forma quase que irreversível muito do nosso planeta.

Agora é correr atrás do prejuízo, e não adianta apenas  panfletar ou aderir à marca  mensagens de sustentabilidade e ou publicar páginas inteiras  na imprensa do que sua empresa fez ou deixou de degradar em nosso planeta. Faz-se necessário colocar a sociedade dentro dessa luta  não só como consumidora e geradora de lucro a essa empresa,  mas como participativa dessas  ações sustentáveis, cujo resultado será muito maior em benefícios a efetiva sustentabilidade planetária.

As iniciativas para esse caminho estão tomando corpo e substância  nessa últimas décadas, onde um caminhão de erros e contra-sensos foi necessário para agora separar o que realmente foi positivo do que se mostrou neutro e negativo. Onde cada vez mais se faz  possível vislumbrar um equilíbrio nesta luta pela efetiva sustentabilidade  empoderando a sociedade para esta sentir-se capaz e motivada a participar da construção de uma  nação preocupada com o planeta e a sua própria sobrevivência.

As ações isoladas no âmbito empresarial e governamental não resultam numa educação ambiental efetivamente capaz de produzir mudanças. Do que adianta ações pontuadas em anúncios ou mesmo dentro de escolas em  pequenos projetos, com palestras , lindos slides e o blá blá blá sustentável de sempre. Isso não faz refletir sobre a ação, é necessário  se fazer parte do movimento da mudança, é necessário colocar a mão na massa e ver como é que a coisa realmente funciona.

A Política Nacional de Resíduos sólidos será uma grande aliada neste laço de sustentabilidade, promovendo a união de toda cadeia produtiva até o destino final, incorporando também responsabilidades ao  consumidor neste processo. Porém, ainda requer um preparo para que esse consumidor seja convocado de forma ser ancorado nessa responsabilidade como participante da ação sustentável ciente de sua importância e não apenas como  adereço.

O mesmo deve ser com a educação ambiental, ela deve estar presente e ativa como algo semelhante aos hábitos com a higiene, algo sistemático  que cresça e se manifeste naturalmente com a visão do bem estar ambiental sem que seja uma pequena faceta de matéria publicitária de aspectos ecologicamente corretos  oriundos do Estado ou de grupos empresariais.Requer um laço bem feito!

18 de junho de 2011

SOCORRA OS “VALORES” ELES ESTÃO EM EXTINÇÃO!

É pecado seguir a ORDEM e permitir o  PROGRESSO
Adriana Teixeira Simoni
- Amanheceu, costumo levantar cedo para ler enquanto passo meu café, no silêncio ouço diariamente a van que vem buscar a adolescente da vizinha que nunca está a  sua espera e  esta,  buzina duas, três vezes às 6h30... Não ouço nenhum outro som, acho que o restante dorme...
- Saio com meu carro e assim que atinjo a avenida motos andam pela direita, pela esquerda a um tempo que não me permitem vê-los caso eu  necessite  fazer uma manobra brusca...
- Paro numa faixa de segurança para um senhor de idade com dois pacotes de mercado no colo atravessar,  porém o carro que vinha atrás, achou que eu parei porque queria fazer graça  e  vindo pela direita  quase atropela o senhor que ainda teria duas pernadas tranqüilas para dar até a calçada, com certeza a noite queixará de dores na coluna  devido ao susto e a corrida que teve de implementar rapidamente, coitado deveria agradecer por não ter sido atropelado ...
- Hoje sábado 14h00 resolvi estudar um assunto que solicita bastante concentração, porém o vizinho ao fundo além de deixar o som alto para que eu ouça, gentilmente,  também  deixou em loop  uma mesma  música, talvez a   que ELE mais goste ...
- Me dirijo à farmácia para comprar remédio que o médico de receitou para controle da pressão arterial, dou seta para estacionar, porém um veiculo mais rápido corta a frente estaciona na vaga preferencial da farmácia fecha o carro liga o alarme e atravessa a rua até a banca de revistas, quase fui perguntar se lá agora vendem remédios também e se vendem  com receita médica  ou sem ....
- A noite sou convidada a acompanhar uma Palestrante no condomínio em que ela  vive, quando  falaria sobre o Estatuto do Idoso e o famoso ECA – Estatuto da criança e do adolescente. Teria sido bastante interessante se fosse apenas pra informar e acrescentar conhecimentos aos moradores, mas não... Numa crise instalada num dos  prédios onde “crianças”  mal educadas e mal orientadas pelos próprios pais  versus  Idosos “chatos” e “intolerantes”  não conseguem conviver pelas áreas compartilhadas ,   causando  assim transtornos de convivência entre as duas gerações  e riscos   físicos e morais  a  ambos ...
Bem nos exemplos citados de apenas um dia, é possível perceber que os “valores” estão realmente extintos.
Portanto, não é só a NATUREZA que geme e necessita de atenção, que está se esvaindo em consumo desordenado e irresponsável. Onde leis e determinações diversas oriundas do próprio governo crescem construções, instalações e aprovações, tudo em benefício do progresso.
Que progresso é esse que não pensa na saúde dessa sociedade que cresce sem controle? Que da mesma forma  que cresce , não encontra escola e nem uma estrutura que permita viver dignamente? Por  favor, onde querem levar essa sociedade que não tem emprego, que não tem casa, que vive insegura,  que não tem EDUCAÇÃO?
Como preservar valores assim, como entender que quando consumimos  prejudicamos  o meio ambiente também? Como compreender que água que consumimos hoje, amanhã pode acabar.
PARE!    Perceba que todo verde que é possível ver hoje, daqui um tempo não será mais visto.  Tudo em nome do PROGRESSO, um progresso errado, um progresso torto que o Estado exibe em índices. Porque se for a imagens e constatações não figuram bonito.
Enquanto políticos  a décadas, são prevenidos ou precavidos e constroem seus próprios mausoléus como último espaço a ocupar lá  no seu Estado, lá mesmo, também   existem hospitais instalados em estádios de futebol desativados em situação que nem uma estribaria conseguiria  funcionar...
Enfim, esse Brasil necessita melhorar seus “valores” e para isso a sociedade precisa SABER , pois o SABER fará compreender que os POLITICOS brasileiros cometem um grande crime contra toda a nação, muito maior do que toda essa corrupção que ficamos sabendo.
O crime de não proporcionar uma educação digna A TODOS que permita  a esse cidadão cobrar VALORES desses políticos durante a   vida pública,  e também  cobrar valores,  que na verdade deveriam estar sendo investidos  para uso da   sociedade e não investidos  em suas próprias  propriedades.

Se nossos politicos fossem exemplo talvez não teriam tantos videos disponíveis bem como piadinhas vinculadas em grupos de mensagens e emails, isso é muito triste mas é real...

Música dos Titãs VOSSA EXCELÊNCIA  acompanhada de imagens veiculadas na televisão nos últimos tempos...

http://youtu.be/oRlnEFh1FMQ

Legião Urbana - QUE PAÍS É ESSE ?

http://youtu.be/dsh4heG1k1o

28 de outubro de 2010

Porque a EDUCAÇÃO AMBIENTAL é tão difícil de implantar ?


Fala-se muito na falta de motivação dos professores, desculpem-me mas vou descordar. O professor só tornou-se  professor porque ele foi motivado por vocação para atuar na educação,  e infelizmente os últimos governos com suas políticas educacionais ora instituídas, não estão APROVEITANDO esse profissional sedento de educar, esse mesmo governo vem aniquilando os professores com esse formato de educação que temos nas escolas públicas, esse mesmo governo não tem interesse em transformar essas políticas educacionais pois ele na verdade tem MEDO de intelectuais que possam mobilizar outras  pessoas com poderes  apenas pelo conhecimento.

O que vem acontecendo é um descaso proposital para com a educação com movimentos  voltados apenas para angariar amplitude em pesquisas de analfabetismo e para galgar posições fictícias no EPT da UNESCO. Esse caminho ora usado pelas políticas de Educação  diminuindo a taxa de repetência não promove ninguém, isso é cruel se pensarmos que uma  criança  chega a escola disposta a estudar, fazer amigos compreender a vida em sociedade e uma grande parcela matar a fome também. É inadmissível aceitarmos que governo após governo perpetue esse formato. Nossas crianças merecem ir para escola para  aprenderem e não só para marcar presença. È possível quando se quer, diminuir a taxa de repetência ENSINANDO, reforços para quem necessite,  mas jamais largar a educação do jeito que está.

A escola deveria ser um segundo lar , mas aquele lugar que transformaria o aluno num ser de amplo conhecimento. Que esse aluno entrasse pela manhã e saísse a noite de banho tomado e jantado, mão de obra para ter uma escola desse formato não falta o que precisa é vontade de proporcionar um ambiente onde se aprenda as disciplinas curriculares, que se aprenda também habilidades manuais,  que  futuramente possam ser usadas para sustento da família, onde se aprenda sobre música, teatro e outras formas de expressão pois isso tudo ao final, para crianças desfavorecidas financeiramente seria um oásis de maravilhas pos ir a escola não seria uma obrigação e sim um PRAZER ,prazer em aprender a ser um cidadão pleno de direitos e conhecedor de deveres.
Bom lembrar que este modelo de escola, “ Escola parque”  foi introduzido  na Bahia  e defendido por muito tempo por Anísio Teixeira, infelizmente também sofreu perseguições políticas e morte mal explicada.

A educação ambiental  seria  relativamente fácil de ser implantada, mas encontra muitos obstáculos  devido as excessivas falhas no sistemas  político e educacional brasileiro. As crianças que hoje estão na escola vêem de uma geração de pais que também não tiveram uma educação merecida e todavia não apresentam condições de educar os seus  filhos , que   já   nasceram   na   geração onde predomina  a espera de ajuda , onde   a   tal   “Promoção Social” só se qualifica pelo nome mas em si não trás nenhuma promoção para o ser acompanhado.
Enfim, a educação ambiental fica concentrada  em  campanhas,  muitas vezes oriundas do setor privado que usam  concursos  de produção literária  ou artísticas para promoverem-se socioambientalmente apenas, porém  o que seria mais eficaz, seria a inclusão da disciplina desde o Infantil ,   preconizando conceitos e mudanças de hábitos do dia a dia , treinado-os a partir da escola  para  assim levar  à  família, esses conhecimentos simples no dia dia , transformando  a mesma  numa família educada para usufruir e proteger o Meio Ambiente de forma sustentável.

Nos dias de hoje, pensamento mais voltado para minha profissão,  seria imprescindível a presença de plantão de um  Assistente Social nas  escolas da rede pública, pois, devido ao desmantelamento da família e os rumos que o governo tem dado através desta política educacional, onde  os alunos tudo podem fazer  só “não devem aprender”, as escolas viraram também quartéis de  crianças instruídas por programas de televisão que incitam a barbárie e a violência  e acabam por reproduzir isso dentro das escolas contra colegas, professores  e as instalações e o Meio ambiente , pois,  não demonstram nenhum tipo de civismo, isso não lhes foi dado e nem  cobrado,  tais comportamentos  nem a família muitas vezes os teve e por sua vez a escola hoje,  também não se incumbe mais disso.
Há necessidade de retornar a disciplina “Moral e Cívica ou OSPB” incluído nelas saberes para preservação do Meio Ambiente, com mudanças de hábitos e atitudes e que, já que não  parte da família,  partiriam então  da escola esses novos valores, possibilitando um futuro com reais comemorações em diminuição  das taxas de analfabetismo e outras.

Enfim, eu sonho com isso...mas sei que é  utópico se visto  pelos políticos que temos...


20 de outubro de 2010

NA ESCASSEZ DE ASSUNTO....




Elegi falar da  escassez e acabo de me arrepender, pois nessa  problemática  a  “escassez”  não é um fato, porque infelizmente escassez  possuímos de muitas formas  em nosso Brasil.

Iniciemos a falar da escassez cultural, essa que a cada dia se perpetua mais e mais devido a falta de comprometimento político que  nos força a acreditar que é por  ser conveniente, desta forma vence as grandes mídias com a pobreza de programas oferecidos, já que a grande camada da população brasileira tem a TV com principal quando não único meio de lazer, e assim a facilidade de manipulação também é um ótimo investimento.

Encontramos-nos  com a escassez de “igualdades”, já que impera a muito tempo aqui no Brasil a desigualdade social, que acaba por colocar uma grande parcela da população em risco de várias maneiras, pois ao não propiciar ajustes para que  tenham condições de se desenvolverem e serem capazes de  criar sua própria  autonomia para “SER” ator de sua própria vida,  sem dar  fantasia de herói  a patrocinadores  de práticas políticas  a muito  tempo exercidas aqui,  que além de não suprir, não fazer crescer, nem satisfazer  necessidades básicas elas também não  proporcionam a libertação e  a evolução dessas pessoas, ela cala profundamente nesses pobres coitados  o estigma de serem as promessas de projetos eleitoreiros de norte a sul do país.

A mais dolorosa  é a escassez de educação, pois essa acaba por ser culpada por  outras:  a escassez de  segurança,  tecnológica  que consequentemente causa a escassez de recursos humanos para preencher vagas de empregos.
 Infelizmente  ou   previsivelmente , pois com a escola pública que se oferece hoje em dia, em que os  alunos  não podem faltar...porém não PRECISAM APRENDER, pois não podem ser ‘humilhados” repetindo o ano, serão com certeza eleitores voluntariamente aos 16 anos ou obrigatoriamente aos 18. 
De onde foi que tiraram essa idéia para aplicar na educação? È impossível conceber que um aluno do ensino médio seja incapaz de ler um texto e interpretá-lo e ainda quererem com isso,   culpar os professores por esses estarem desatualizados e desmotivados para dar aula. Senhor perdoe-os eles não sabem o que fazem!

Ainda mais sério, encontramos a escassez d’água, esse bem natural que o Brasil é privilegiado pela quantidade que possui, porém, já há estudos que isso se tornará motivo para conflitos tanto aqui como em outros países , onde o risco de perdermos nossa soberania em relação  a nosso rios e nossas matas é iminente, se atitudes urgentes não forem tomadas, pois além do aquecimento global, da poluição, temos as irresponsabilidades diárias no consumo colaborando para que a água se esgote.

Chego agora a escassez  de escassezes a citar neste texto, que na verdade nem assunto tinha, mas como o  Brasil é um país  portador de  um terço da biodiversidade do planeta, 12 % de toda água doce do mundo , onde 50 % vive na pobreza  com apenas 10 % da renda nacional, mas  o que importa mesmo é que o  Brasil é o país do Futebol, tem carnaval todo ano, e eleição a cada quatro anos.

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